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Polícia Militar prende três suspeitos por tentativa de latrocínio em Porto Alegre do Norte

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Equipes da 3ª Companhia Independente da Polícia Militar prenderam, nesta quarta-feira (15.01), três homens suspeitos por tentativa de latrocínio e porte ilegal de arma de fogo, em Confresa. A quadrilha teria rendido um homem, de 40 anos, no município de Porto Alegre do Norte, após contratá-lo para fazer um frete, no dia 14.

Segundo informações do boletim de ocorrência, os militares foram acionados no Hospital Municipal de Porto Alegre do Norte, onde um homem deu entrada com ferimento nas costas, ocasionado por disparo de arma de fogo.

A vítima relatou aos militares que foi contratada por um homem para fazer um frete e, durante o trajeto, o suspeito pediu para que ele fosse até uma residência, onde dois homem entraram no veículo.

Segundo a vítima, em dado momento, um dos suspeitos que estava no banco de trás do carro encostou uma faca em seu pescoço e anunciou o roubo. Apesar disso, o homem conseguiu saltar do veículo e correu para uma região de mata. Foi quando um segundo suspeito atirou contra ele.

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A quadrilha roubou o carro da vítima, um VW Gol branco, de quatro portas, juntamente de todos os seus documentos. Já o homem ficou escondido na mata e, depois, foi até o hospital.

Em checagem à vítima, os policiais identificaram que o homem possuía dois mandados de prisão em aberto. Contudo, ele afirmou que não conhecia nenhum dos suspeitos. Ele permaneceu internado em observação médica.

No âmbito da Operação Tolerância Zero, os militares intensificaram o policiamento na região e foram informados que um veículo com as mesmas características da denúncia foi visto em um trecho da BR-158, em Confresa. Então, as equipes se deslocaram ao endereço e abordaram dois suspeitos que estavam no carro. À PM, eles revelaram que ficaram responsáveis pela venda do veículo e apontaram que o terceiro integrante da quadrilha, autor do disparo, estava em sua residência.

Os policiais foram até a casa e flagraram o suspeito arremessando a arma de fogo pela janela. Ele tentou fugir, mas foi detido em seguida. Com ele foram encontradas quatro munições. O homem apresentou resistência durante a prisão.

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Um dos suspeitos também revelou que a vítima do latrocínio teria furtado uma arma de fogo, no distrito de Espigão do Leste.

A quadrilha, o veículo, a arma e munições foram encaminhados à delegacia.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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