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Rotam prende três homens por tráfico e apreende porções de entorpecentes em Cuiabá

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Equipes do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) prenderam três homens em flagrante por tráfico ilícito de drogas, durante duas ocorrências registradas na noite desta segunda-feira (06.01), em Cuiabá. Porções de entorpecentes e dinheiro proveniente do crime foram apreendidos com os suspeitos.

Por volta de 18h, os policiais da Rotam estavam em patrulhamento pelo bairro Pedregal e encontraram um homem em atitude suspeita, na frente de uma casa. Os militares flagraram o homem se escondendo ao visualizar as viaturas policiais e decidiram realizar abordagem.

Com a chegada da PM, o suspeito começou a danificar um celular e resistir a abordagem policial. Em revista pessoal e ao veículo, os policiais encontraram um tablete e porção de maconha, além da quantia de R$ 2,3 mil em dinheiro. Ele recebeu voz de prisão e foi conduzido até a Central de Flagrantes da Capital.

Ainda durante patrulhamento noturno, no bairro CPA 4, a Rotam encontrou um motociclista em atitude suspeita, que tentou fugir para uma residência ao se deparar com as equipes policiais. O condutor da moto foi em direção a uma casa. Um segundo suspeito estava aguardando para fechar o portão do imóvel.

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Os dois homens foram detidos, apresentaram resistência e precisaram ser algemados. Com um dos suspeitos, uma porção de cocaína foi encontrada. Para os policiais, a dupla afirmou que comercializava drogas na residência.

Os policiais iniciaram buscas pela casa e encontraram 20 porções de cocaína e 14 porções de pasta base, além de R$ 3 mil em dinheiro proveniente do crime e demais equipamentos utilizados para o tráfico de drogas.

A dupla foi encaminhada para a Central de Flagrantes para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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