MATO GROSSO

Polícia Civil prende traficante envolvido em venda de droga na modalidade delivery

Publicado em

A Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) cumpriu, nesta sexta-feira (20.12), mais dois mandados de prisão e de busca contra um investigado por integrar uma rede que age no tráfico na modalidade delivery em Cuiabá.

A prisão ocorreu em continuidade à Operação Malo, que em maio deste ano cumpriu 18 ordens judiciais contra fornecedores de drogas nos bairros Jardim Colorado, Altos da Serra, Santa Izabel e Três Barras, em Cuiabá.

Na conclusão das investigações da operação, a DRE identificou outros suspeitos de atuar na venda de drogas na modalidade delivery.

Durante o cumprimento das buscas nesta sexta-feira, no Jardim Novo Colorado, a equipe da DRE chegou ao endereço de R.A.S., de 31 anos, que tentou fugir ao ver os policiais, mas foi contido. Em busca pessoal foram encontradas porções de entorpecentes embaladas para venda.

Malo

O nome da operação indica maldade e é referência ao principal suspeito, que é conhecido por sua periculosidade e maldade, em razão de torturas contra vítimas e ostentação de armas.

Leia Também:  Polícia Civil transfere a Mato Grosso autor de homicídios no Shopping Popular

A investigação da DRE iniciou em 2023, após várias apreensões de drogas e prisão de suspeitos no bairro Novo Colorado, que resultaram na identificação de outros alvos, entre eles o líder do grupo criminoso.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Polícia Militar prende em flagrante suspeito por homicídio em Pontes e Lacerda

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  União Histórica Oito Vereadores de Jangada Firmam Compromisso com Chapa Única Todos por Jangada

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA