MATO GROSSO

Polícia Militar promove serviços de cidadania gratuitos a moradores em Cuiabá

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A Polícia Militar de Mato Grosso promoveu, na manhã deste sábado (07.12), “Ação Cívico Social – Doar é um ato de amor”, por meio do 9º Batalhão, com diversos serviços gratuitos à população. O evento ocorreu na Escola Estadual Professora Paciana Torres de Santana, na Avenida Principal do Residencial Coxipó, em Cuiabá.

Na ocasião, foram oferecidos serviços relacionados à saúde como exames laboratoriais, clínico geral, dentista, psicológico, teste rápido de Covid-19, vacinas contra Influenza e Antitetânica, nutrição, aferição de pressão e entre outras.

Além disso, a população contou com serviços de cortes de cabelo, tranças, massagem, design de sobrancelhas e atendimentos à cidadania com orientação de Registro Geral Infantil e Previdenciário. Durante ação, ainda foram entregues 300 kits odontológicos infantil e 200 adultos.

De acordo com o comandante do 9º Batalhão, tenente-coronel, Fábio Alves Ribeiro, a ação teve por objetivo oferecer serviços considerados de difícil acesso para pessoas de baixa renda e de aproximar ainda mais a instituição da comunidade, além de prestar serviços que melhore um pouco a vida do cidadã. A expectativa era de atender até 1,5 mil pessoas.

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O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Cláudio Fernando Tinoco, enalteceu o trabalho dos policiais militares pela organização do evento, agradeceu aos diversos parceiros e a população que esteve presente na “Ação Cívico Social – Doar é um ato de amor”.

“O principal intuito é levar, cada vez mais, a Polícia Militar junto da sociedade e comunidades carentes. A nossa instituição realiza o evento há muitos anos e a nossa maior recompensa é essa confiança da população para com os nossos policiais militares. A PM está presente nos 142 municípios garantindo a segurança, dando apoio assistência e prezando sempre pelo lado humanitário”, afirmou.

A manicure Marcela de Almeida comemorou a realização da ação social no bairro. “Eu tive a oportunidade de passar por uma consulta médica que estava desejando há muito tempo. O melhor de tudo é que foi aqui perto de casa. A Polícia Militar está de parabéns pela realização da ação”, contou.

A aposentada Rogéria de Assis também ficou bastante contente com a realização do evento e os serviços prestados. “Eu trouxe minha sobrinha para passar por uma avaliação odontológica e aproveitei para aferir a pressão e tirar algumas dúvidas com o médico”, destacou.

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O mestre de obras Rafael Amorim trouxe a filha para fazer tranças no cabelo. “Ela adorou o resultado. É muito bom esse tipo de atenção aqui no nosso bairro. A Polícia Militar está de parabéns pelo trabalho de garantir a nossa segurança e ainda promover o bem-estar das pessoas aqui do Residencial Coxipó”, afirmou.

Militares do Bope, Cavalaria, Rotam e Polícia Ambiental tiveram estandes com apresentação dos serviços operacionais à comunidade. A ação contou com apoio do deputado estadual Max Russi.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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