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Setasc realiza 5ª reunião da comissão que reúne assistentes sociais do Estado e municípios

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) realizou, nesta quinta-feira (05.12), a quinta e última edição da reunião extraordinária da Comissão Intergestores Bipartite do Sistema Único de Assistência Social (CIB/SUAS) de 2024.

Promovido por meio da Secretaria Adjunta de Assistência Social (Saas), o encontro tem como objetivo informar sobre ações técnicas e aplicação de medidas referentes à área da assistência social em todo o Estado de Mato Grosso.

“É uma oportunidade singular de reunirmos os 141 municípios atuantes da CIB. Nesta 5ª edição, estamos reunidos mais uma vez para cumprir nosso compromisso de informar e capacitar o número máximo de gestores da assistência social em todo o Estado. É um momento de pactuar resoluções, com objetivo de aperfeiçoar os trabalhos socioassistenciais em todo o Mato Grosso”, destacou a secretária de Assistência Social, coronel PM Grasi Paes Bugalho.

Cel. PM. Grasi Paes Bugalho – Foto Por: João Reis/ Setasc-MT

Segundo a secretária adjunta de Assistência Social (Saas) da Setasc, Miranir Oliveira, as reuniões ajudam os municípios no esclarecimento de temas importantes para o trabalho socioassistencial.

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“Neste espaço estamos pactuando alguns assuntos importantes referentes à assistência social tais como prazo de prorrogação do ID Suas, entre outros. No evento, contamos com a participação de todos os municípios que representam a CIB, para estabelecer ações e pactos a serem aplicados na assistência social de todo o Estado”, explicou.

De acordo com a secretária municipal de Assistência Social de Lucas do Rio Verde (332 km de Cuiabá), Gisele Bellotti Rezende, a CIB é fundamental para atualizar os municípios sobre ações conjuntas baseadas no trabalho do SUAS.

Gisele Bellotti Rezende – Foto Por: João Reis/ Setasc-MT

“Quero agradecer pelo trabalho realizado pela Setasc em Mato Grosso. Sou profissional da assistência social e acompanho todo o trabalho realizado pelo Governo do Estado na área social. Tivemos grandes avanços nesse sentido, melhorias nos serviços das equipes técnicas, cofinanciamento, orientações e indicadores. Ficamos agradecidos pela abertura de espaço e diálogo para todos os municípios”, acrescentou Gisele.

Para a secretária municipal de Promoção e Assistência Social de Rondonópolis (214 km da Capital), Fabiana Perez, a reunião é de grande importância para alinhar temas técnicos e atingir todos os municípios de Mato Grosso com os mesmos trabalhos da área socioassistencial.

Fabiana Perez – Foto Por: João Reis/ Setasc-MT

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“Agradeço a Setasc e à primeira-dama Virginia Mendes, porque ela não mede esforços para implantação de políticas públicas de muita qualidade em todos os municípios atendidos. Mais do que isso, agradeço pelo atendimento valoroso que recebemos da equipe da Setasc. Deixo os meus parabéns à secretária Grasi, a toda equipe da Setasc, pelo comprometimento e atenção que é proporcionado a todos os municípios do Estado”, concluiu a secretária.

*Com supervisão de Layse Ávila

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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