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Operação Lei Seca prende 9 condutores por embriaguez ao volante em Cuiabá

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Na Operação Lei Seca, realizada na madrugada desta quinta-feira (06.11), na Avenida Carmindo de Campos, bairro Grande Terceiro, em Cuiabá, 10 condutores foram presos por crimes de trânsito.

Desse total, 9 foram por embriaguez ao volante e um por posse ilegal de droga. Dois dos condutores, que dirigiram sob efeito de álcool, não comprovaram que estão habilitados para condução de veículos automotores e, por isso, tiveram seus crimes agravados.

Nessa edição, a 112ª ocorrida este ano na capital mato-grossense, 122 veículos foram fiscalizados e 132 motoristas e motociclistas fizeram o teste de alcoolemia.

As abordagens tiveram início às 23h45 de ontem (05) e se estenderam por cerca de 3hs, chegando ao final com 45 veículos removidos, sendo 32 carros e 13 motocicletas, além de 80 autos de infração lavrados.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) e Guarda Municipal.

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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