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Cinco obras serão lançadas por integrantes do MPMT em Encontro Estadual

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Cinco obras, escritas por membros e servidores do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, serão lançadas no dia 06 de dezembro, às 17h30, no encerramento do XXIV Encontro Estadual do MPMT. O evento será realizado no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça, no Centro Político Administrativo.

O acervo literário inclui as obras “Emoções: a Grandeza Humana”, do promotor de Justiça Rinaldo Ribeiro de Almeida Segundo; “Os Vagalumes estão convidados”, do promotor de Justiça Marcio Florestan Berestinas; “A Promotoria, a rua e a Gente”, do promotor de Justiça Emanuel Filartiga Escalante Ribeiro; “O Princípio Constitucional da Ampla Defesa da Vítima”, do promotor de Justiça Kledson Dionysio de Oliveira e do professor Valério de Oliveira Mazzuoli; e a Obra Coletiva do Mestrado, dos alunos do Minter PUC Minas e CEAF.

O coordenador do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF) – Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, procurador de Justiça Antonio Sergio Cordeiro Piedade, destacou que o evento traz um conjunto de escritores e obras cujas produções literárias carregam características e estilos diferentes.

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“Será um momento muito especial, de reconhecimento e valorização do trabalho realizado por colegas. São obras que vão além do mundo jurídico e abarcam temas voltados ao autoconhecimento e reflexões sobre questões existenciais, que nos inspiram a seguir em frente com olhar mais humanizado e altruísta”, ressaltou o coordenador.

A partir da próxima segunda-feira (02), serão veiculadas matérias sobre as obras que serão lançadas, com informações sobre o autor, enredo, linguagem, tema, entre outros detalhes. 

O XXV Encontro Estadual do MPMT, que começa na quinta-feira (05), é realizado pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso por meio da Escola Institucional, com apoio da Associação Mato-grossense do Ministério Público (AMMP) e da Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Prazo para adesão à Política Nacional termina dia 8 de junho

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O Centro de Apoio Operacional (CAO) Educação reforça que os gestores estaduais e municipais de educação têm até o próximo dia 8 de junho de 2026 para formalizar a adesão à Política Nacional de Educação Especial Inclusiva, instituída pelo Ministério da Educação (MEC). O prazo é considerado estratégico para garantir o acesso das redes de ensino a apoio técnico e financeiro voltado à inclusão escolar. A adesão deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), plataforma oficial do MEC. A participação é voluntária, mas fundamental para garantir o fortalecimento de ações voltadas ao acesso, permanência, participação e aprendizagem de estudantes com deficiência, autistas e com altas habilidades ou superdotação. A política prevê a criação de instâncias de governança e articulação regional, com a participação das redes estaduais e municipais que aderirem ao programa. O objetivo é integrar esforços e tornar as ações de educação inclusiva mais eficazes em todo o país, por meio de planejamento conjunto e cooperação entre os entes federativos. Nesse contexto, quanto maior o número de adesões, maior será o alcance das iniciativas da política, como a formação de profissionais, a organização do atendimento educacional especializado e a melhoria das condições de acessibilidade nas escolas.Com o objetivo de incentivar a adesão e fomentar a correta implementação da política, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), por meio do CAO Educação e do CAO da Pessoa com Deficiência, elaborou a cartilha “Abraçando as Diferenças: escola para todos, na prática”. O material orienta gestores e profissionais da educação sobre conceitos fundamentais da educação especial inclusiva, como o papel do Atendimento Educacional Especializado (AEE), a atuação dos profissionais de apoio e a responsabilidade do professor regente na inclusão escolar.A cartilha também detalha direitos assegurados aos estudantes público-alvo da educação especial, reforçando que a inclusão deve ocorrer nas escolas regulares, com os apoios necessários, e que práticas discriminatórias, como a exigência de laudo médico para acesso ao atendimento, são vedadas. Outro ponto enfatizado pelo material é que a inclusão exige planejamento e compromisso dos gestores públicos. “A inclusão não acontece por acaso. Acontece quando gestores assumem seu dever constitucional de planejar e assegurar recursos”, destaca a publicação.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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