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Bombeiros militares realizam verificação de segurança em edifício residencial após princípio de incêndio em ar-condicionado

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado na noite deste sábado (02.11) para atender uma ocorrência de incêndio em um edifício residencial localizado na Avenida Joaquim de Oliveira, no bairro Vila Aurora em Rondonópolis (212 km de Cuiabá).

As equipes do 3º Batalhão Bombeiro Militar (3º BBM) se deslocaram rapidamente ao endereço e, ao chegarem, foram abordadas pelos moradores, que relataram que já haviam evacuado parte do edifício e conseguido controlar e extinguir o princípio de incêndio que ocorreu em um ar-condicionado de um apartamento do 10º andar.

Os moradores afirmaram que fizeram o uso de aproximadamente cinco extintores de incêndio para conter as chamas do ar-condicionado, que havia sido instalado no dia anterior por um profissional.

As equipes do 3º BBM entraram no edifício utilizando uma escada e, ao acessar o interior, constataram a presença de muita fumaça. Foram realizadas varreduras no apartamento, e todas as janelas foram abertas para facilitar a saída da fumaça. A chave geral do apartamento também foi desligada.

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No local, foi verificado que o ar-condicionado, uma mesa e uma porta foram queimados. Após o atendimento, os bombeiros forneceram as devidas orientações aos moradores sobre segurança e prevenção.

Não houve registro de vítimas durante a ocorrência.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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