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Operação integrada apreende 19kg de cocaína em ônibus e gera prejuízo de R$ 475 mil ao crime organizado

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Uma ação integrada do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), do Exército Brasileiro e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), realizada no final da tarde desta quinta-feira (05.09), levou à apreensão de 19 kg de cocaína dentro de um ônibus de transporte de passageiros, em Cáceres (225 km de Cuiabá). O prejuízo causado ao crime organizado é de R$ 475 mil.

O veículo, que saiu de Porto Velho (RO) e seguiria para Colatina (ES), foi parado no posto da PRF de Cáceres, na BR-070, a 1.245 quilômetros do ponto de partida.

Com a ajuda da cadela Aika, do Gefron, a droga foi encontrada escondida em compartimentos secretos, intencionalmente feitos em pranchas de madeira empregadas na fabricação de duas mesas de centro. Aika, de acordo com os policiais, fez “revista” em todas as malas, sacolas e outras bagagens, mas só parou nas mesas de madeira – o que sinalizava para a presença de entorpecente.

Ninguém foi preso nessa ação porque motorista, em depoimento aos policiais, mostrou que não havia passageiro responsável. O destino final da droga não seria a cidade de Colatina. Despachadas no ônibus como encomenda, as duas mesas seguiriam viagem para uma cidade do Rio Grande do Norte.

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Todo o material apreendido, incluindo as mesas, notas fiscais e a droga, foram encaminhados para a Delegacia Especializada de Fronteira (Defron) em Cáceres.

Essa ação faz parte da ‘Operação Protetor das Fronteiras e Divisas’, realizada pelo Gefron-MT, Exército Brasileiro, Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), Agência Brasileira de Investigação (ABIN), Polícia Federal, a PRF, a PMMT e entre outros órgãos.

A comunidade pode contribuir pelo Disque Denúncia do Gefron 08006461402 ou pelo WhatsApp e ligações (65) 99668-7655.

*Sob supervisão de Alecy Alves

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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