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Fiscalização prende 11 motoristas embriagados na madrugada deste domingo (25)

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A 81ª edição da Operação Lei Seca em Cuiabá, realizada na madrugada deste domingo (25.08), resultou na prisão de 11 motoristas embriagados e remoção de 46 veículos (37 carros e nove motos).

As abordagens ocorreram de forma simultânea em dois pontos da avenida Archimedes Pereira Lima, sendo um deles no bairro Jardim Itália, e outro no bairro Santa Cruz.

Do total de condutores presos, um deles ainda era foragido da Justiça de Mato Grosso do Sul, e outro estava sem carteira de habilitação.

No bairro Jardim Itália, 35 autos de infração de trânsito foram confeccionados. Durante a edição, 81 veículos foram fiscalizados, dos quais 23 acabaram sendo autuados. No total, 81 condutores realizaram o teste de alcoolemia.

Já no bairro Santa Cruz, foram 36 autos de infração de trânsito, 92 veículos fiscalizados, 25 autuados e 94 condutores submetidos ao teste de alcoolemia.

A fiscalização de trânsito nas operações Lei Seca é coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-MT). Nesta edição trabalharam equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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