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PM prende suspeitos por tentativa de homicídio e tráfico de drogas durante Operação Comando Itinerante

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A Polícia Militar de Mato Grosso deflagrou, na noite desta terça-feira (14.08), a Operação Comando Itinerante na região do 2º Comando Regional. O reforço do policiamento visa intensificar o patrulhamento tático e ostensivo entre os municípios de Nobres, Jangada, Rosário Oeste, Nossa Senhora do Livramento e distrito de Bom Jardim e contou com o reforço de efetivo de mais de 50 militares, de diferentes unidades especializadas da instituição.

As equipes promoveram policiamento nas áreas urbanas e rurais com abordagens, buscas e checagens, além de policiamento repressivo em áreas com maiores incidências criminais. Na noite desta terça, policiais militares da 1ª Companhia Independente de Nobres receberam informações de que um homem, de 34 anos, com mandado de prisão em aberto por tentativa de homicídio, expedido pela Comarca do município, estaria em uma oficina nas proximidades da BR-163.

Após a denúncia, os policiais militares se deslocaram até o estabelecimento comercial e flagraram o suspeito tentando se esconder ao identificar aproximação das equipes. Ao ser abordado, os militares constataram que ele era denunciado pelo crime cometido no último dia 3.

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Na ocasião, o suspeito teria se envolvido em uma briga contra um homem de 25 anos. O suspeito atropelou a vítima, A agrediu com pauladas e, em seguida, proferiu diversos golpes de faca. A vítima foi levada até uma unidade de saúde com ferimentos pelos braços e pernas.

No município de Jangada, policiais militares do 7º Batalhão prenderam em flagrante, na noite desta terça, um homem, de 23 anos, suspeito por tráfico ilícito de drogas. Ele portava pouco mais de 65 gramas de substância análogas à maconha.

As equipes realizaram patrulhamento nas proximidades da BR-163, quando identificaram um veículo Prisma branco, com os vidros todos fechados e cobertos por insufilm escuro, em uma região de mata.

Ao ser abordado, o suspeito alegou que era motorista de aplicativo e tinha recém chegado de Cuiabá. Com ele, as equipes ainda apreenderam uma máquina de cartão, celular, um notebook e um documento de terceiro. O homem foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

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O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Alexandre Corrêa Mendes, ressaltou que a operação chega em mais uma região do Estado mantendo o foco na garantia da sensação de segurança para a população, com ações fortes de combate à criminalidade.

“Esse é mais um importante reforço do policiamento no interior de Mato Grosso, resgatando a sensação de segurança para com a população. Estamos percorrendo por todo o estado com a nossa Operação Comando Itinerante nas principais áreas de maior índice de criminalidade”.

O policiamento na região foi reforçado com os militares das equipes do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Batalhão de Operações Especiais (Bope), Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran) e Companhia de Rondas e Ações Intensivas Ostensivas (Raio), além dos militares do Corpo Musical, que também atuaram nas abordagens e buscas.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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