Ministério Público MT

Réu é condenado a 15 anos por homicídio e ocultação de cadáver

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Carlos Gomes de Castro foi julgado pelo Tribunal do Júri de Vila Rica (a 1.259km de Cuiabá), na quarta-feira (17), e condenado a 15 anos de reclusão e 45 dias-multa pelo homicídio qualificado de Édio Martins da Cruz, ocultação de cadáver e por coação de duas testemunhas no curso do processo. O homicídio aconteceu em maio de 2020, na Gleba Carlos Peliciolli, zona rural do município de Santa Terezinha. A vítima foi morta a facadas e o corpo foi jogado no Rio Beleza. 

O Conselho de Sentença acolheu a tese do Ministério Público de Mato Grosso e reconheceu que o crime foi praticado mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. O réu deve cumprir a pena em regime inicial fechado e não poderá recorrer da sentença em liberdade, uma vez que se encontra preso cautelarmente e que esteve foragido por dois anos anteriormente. Atuou no julgamento a promotora de Justiça substituta Clarisse Moraes de Ávila. 

Conforme a denúncia do MPMT, o homicídio ocorreu em frente a um bar. A vítima foi surpreendida embriagada, à noite, sozinha. Ela foi agredida e depois esfaqueada. Após a morte de Édio Martins da Cruz, Carlos Gomes de Castro com a ajuda de outra pessoa que também foi denunciada, se utilizou de uma motocicleta para levar o corpo da vítima até as margens do Rio Beleza, e jogou o corpo de cima de uma ponte. Após os fatos, ainda usou de grave ameaça contra duas testemunhas. 

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Joelson Ribeiro dos Santos também foi denunciado pelo MPMT por ter participado do crime. Ele foi condenado em 2022 pelo crime de ocultação de cadáver, após o processo ser desmembrado.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Membros do MPMT acompanham provas de concurso neste domingo

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Membros do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) acompanham, neste domingo (14), a aplicação da prova do concurso público para ingresso na carreira do Ministério Público do Estado de Mato Grosso. A comissão responsável participa da aplicação do exame nos polos de Cuiabá (MT) e São Paulo (SP). O grupo é formado por integrantes da instituição, além de representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da magistratura, assegurando a regularidade do certame.O concurso público destina-se ao provimento do cargo de Promotor de Justiça Substituto. A organização é de responsabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGV), conforme previsto em edital.De acordo com o edital, a prova objetiva será aplicada com duração de cinco horas. Os candidatos devem observar os horários locais de aplicação. Em Cuiabá, os portões serão abertos às 10h30 e fechados às 11h30, com início da prova às 12h e término às 17h. Em São Paulo, a abertura ocorrerá às 11h30, com fechamento às 12h30, início às 13h e encerramento às 18h.A orientação é para que os candidatos cheguem com antecedência, uma vez que não será permitida a entrada após o fechamento dos portões. Os locais de prova podem ser consultados no site da banca organizadora.
O Ministério Público reforça que é de responsabilidade do candidato verificar previamente o endereço de aplicação, bem como cumprir todas as regras e orientações previstas no edital.

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Foto: Folha Dirigida.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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