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Polícia Civil entrega a instituições filantrópicas cestas básicas que seriam entregues por facção

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A Delegacia da Polícia Civil de Diamantino entregou, nesta quinta-feira (04.07), 333 cestas básicas a instituições filantrópicas e ao centro de assistência social do município. Essas cestas seriam usadas por uma facção criminosa para assistencialismo.

A apreensão ocorreu em 27 de junho, durante uma ação da Polícia Militar, que interceptou um caminhão transportando as cestas básicas. Na Delegacia de Diamantino, o motorista forneceu os nomes dos compradores e o endereço da empresa fornecedora.

No entanto, após diligências, a Polícia Civil confirmou que o endereço fornecido não existia e que os compradores tinham passagens criminais por tráfico de entorpecentes. Além disso, parte das cestas não possuía nota fiscal.

Com esses indícios, o delegado Marcos Bruzzi solicitou ao Poder Judiciário a doação das cestas, o que foi autorizado pela Comarca de Diamantino.

As 333 cestas foram destinadas ao Lar de Idosos São Roque, à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e ao Centro de Referência em Assistência Social de Diamantino.

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A investigação sobre o crime de associação para o tráfico de drogas continua em andamento.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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