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Polícia Civil prende traficante que enviava maconha por meio de transportadora

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Policiais civis da Delegacia Especializada de Repressão de Entorpecentes (DRE) efetuaram a prisão de um traficante, na segunda-feira (01.07), em Cuiabá. O suspeito de 28 anos foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.

Na residência do autuado, situada na Rodovia Mário Andreaza, em Várzea Grande, foram apreendidas 5 porções de maconha, 2 pacotes contendo cogumelos alucinógenos, balança de precisão, dinheiro, além de plástico filme usado para embalar entorpecentes e documentos de uma empresa de transporte.

As diligências iniciaram na última sexta-feira (28.06), após a DRE receber denúncia anônima sobre uma pessoa que havia postado encomenda com certa quantia de maconha em uma transportadora situada no bairro Despraiado, em Cuiabá.

Com base nas informações, os policiais civis foram até o estabelecimento, onde localizaram um pacote envolto em papel pardo, com desenho de sanduíche, já selado pela empresa transportadora com destino ao município de Campo Novo dos Parecis.

Ao abrir o envelope, foi encontrada uma sacola contendo copo de refrigerante, embalagens para sanduíche, batata frita e uma porção média de maconha.

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Em seguida, foram solicitadas as imagens das câmeras de segurança do local, sendo identificada a pessoa que havia despachado a encomenda e o carro usado por ele.

Em checagem no sistema sobre o suspeito, verificou-se que ele possuía registros policiais pelo mesmo crime nos anos de 2017, 2019 e 2020.

Na manhã de segunda-feira (01), a equipe da DRE avistou o veículo na avenida Miguel Sutil e realizou o acompanhamento, flagrando quando o suspeito estacionou no pátio do setor de cargas da transportadora.

Ao ser abordado, o suspeito informou que foi verificar sobre uma encomenda postada na sexta-feira (28) que não havia chego ao destinatário. No interior do automóvel foi localizada uma mochila com três porções de maconha.

Diante dos fatos, os investigadores foram até a casa do suspeito e apreenderam outras porções de maconha e demais materiais. O suspeito foi encaminhado até a DRE, interrogado e autuado em flagrante delito. Após a confecção dos autos, o preso foi colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

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Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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