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Jucemat realiza Congresso de Registro Empresarial de MT e premia municípios por agilidade na abertura de negócios

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A Junta Comercial de Mato Grosso (Jucemat) realiza o 2º Congresso de Registro Empresarial de Mato Grosso, nesta quarta e quinta-feira (26 e 27.06), no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá.

O governador Mauro Mendes estará presente na solenidade de abertura do evento, às 19h de quarta-feira.

Após a abertura do evento será realizada a premiação “Excelência em Integração e Simplificação”. Todos os municípios de Mato Grosso concorrem ao prêmio por tornar mais ágil a abertura de novos negócios no Estado.

O evento vai abordar temas como licenciamento de negócios, recuperação judicial, empreendedorismo e formalização, cases de sucesso do empreendedorismo em Mato Grosso, órgãos integrados a Rede Nacional para Simplificação do Registro e da Legalização de Empresa e Negócios (Redesim) e novos produtos da Jucemat. As palestras serão realizadas das 8h às 18h no último dia do evento.

Modelo para o país, a Jucemat é uma das mais céleres do Brasil. O tempo médio da abertura de uma empresa em Mato Grosso é de 2 horas e 40 minutos por meio da Redesim.

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Serviço
Abertura do II Congresso de Registro Empresarial de Mato Grosso
Data: 26 de junho
Horário: 19 horas
Local: Centro de Eventos do Pantanal

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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