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Centro de Apoio Administrativo começa a funcionar em Barra do Garças

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Está sendo implantado nesta segunda-feira (24) nas Promotorias de Justiça de Barra do Garças (a 512 km de Cuiabá), o Centro de Apoio Administrativo (CAAD).  O setor passará a ser atendido por duas secretarias: uma destinada aos processos judiciais e a outra aos procedimentos extrajudiciais.

Com a centralização das atividades administrativas, o Ministério Público pretende proporcionar melhorias na padronização, organização e uniformização das atividades, além de garantir a distribuição das tarefas de forma equitativa entre os servidores. O projeto-piloto começou em 2023, nas Promotorias de Justiça de Cuiabá, depois foi criado o CAAD Interior na capital para atender de forma virtual promotorias que não possuíam técnico administrativo e, agora, segue para o interior do estado.

O mesmo modelo já foi implementado nas unidades de Tangará da Serra, Rondonópolis, Várzea Grande, Cáceres e Sinop. De acordo com o cronograma, no dia 08 de julho serão implantados simultaneamente os CAADs de Sorriso e Primavera do Leste. E no dia 05 de agosto será a vez de Alta Floresta.

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Para a implantação dos Centros de Apoio Administrativo no interior do estado, o Sistema Integrado do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (SIMP) passou a contar com novas funcionalidades, entre elas o retorno externo automático de processos. O recurso reduz consideravelmente o número de movimentações manuais, proporcionando mais agilidade na tramitação eletrônica dos processos.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Cira-MT recupera mais de R$ 4,5 milhões em débitos tributários

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Uma ação do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Mato Grosso (Cira-MT) resultou na recuperação de mais de R$ 4,5 milhões para os cofres públicos estaduais, após a quitação integral de débitos tributários vinculados a um produtor rural investigado no âmbito da Operação Ultimatum.O contribuinte efetuou o pagamento à vista de R$ 4.510.252,54, valor correspondente ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e à respectiva multa. Os recolhimentos foram posteriormente homologados pela Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT), encerrando a pendência fiscal.As investigações apontaram indícios de comercialização de produtos agrícolas sem a devida documentação fiscal, com a utilização de notas fiscais inidôneas para acobertar operações comerciais e ocultar possíveis irregularidades tributárias.Com base nos elementos reunidos durante a apuração, foram realizadas diligências para identificar os envolvidos e dimensionar os prejuízos causados ao erário. O trabalho permitiu a adoção de medidas administrativas e investigativas destinadas à cobrança dos valores devidos e à regularização da situação fiscal dos contribuintes.No caso específico, após o avanço do procedimento administrativo fiscal e a notificação expedida pela Sefaz-MT, o produtor rural optou pela quitação integral do débito.Outros valores – A Operação Ultimatum já havia proporcionado a recuperação de mais de R$ 31,8 milhões para os cofres públicos de Mato Grosso entre 2021 e 2024, conforme dados do Cira-MT. O recolhimento adicional de mais de R$ 4,5 milhões representa mais um resultado expressivo dos desdobramentos da investigação, evidenciando a efetividade da atuação integrada dos órgãos envolvidos no combate à sonegação fiscal.A recuperação dos valores reforça a importância do trabalho conjunto desenvolvido pela Polícia Civil e pelos demais órgãos de fiscalização e controle, tanto na identificação de fraudes tributárias quanto na adoção de medidas voltadas à recomposição do patrimônio público.Atuação integrada – O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Mato Grosso (Cira-MT) atua no enfrentamento à sonegação fiscal e na recuperação de recursos devidos ao Estado, por meio da integração entre instituições de fiscalização, investigação e persecução penal.A força-tarefa é composta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 14ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Tributária; pela Polícia Judiciária Civil, por intermédio da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz); pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz); pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE); e pela Controladoria-Geral do Estado (CGE).

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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