MATO GROSSO

PM inaugura sede de Companhia de Proteção Ambiental e lança operação em Sinop

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A Polícia Militar de Mato Grosso inaugura a 4ª Companhia de Proteção Ambiental e lança a Operação Comando Itinerante edição Sinop nesta segunda-feira (17.06). Os eventos ocorrerão às 09h e 19h, respectivamente.

A 4ª Companhia de Proteção Ambiental será responsável pelo combate aos crimes ambientais em 26 municípios da Região Norte de Mato Grosso. O novo prédio, localizado no bairro Setor Industrial Norte, possui estrutura moderna para trabalhos administrativos e operacionais, com um investimento de R$ 1,3 milhão proveniente de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em parceria com o Ministério Público Estadual.
A Operação Comando Itinerante intensificará o policiamento nas áreas urbanas e rodoviárias de Sinop, garantindo a ordem pública e a segurança dos cidadãos. Serão realizadas blitzes, abordagens, buscas e checagens em áreas com maiores incidências criminais.
O policiamento será reforçado por equipes do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Batalhão de Operações Especiais (Bope), Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran) e Companhia de Rondas e Ações Intensivas Ostensivas (Raio).
Os eventos contarão com a presença do comandante-geral da PMMT, coronel Alexandre Corrêa Mendes.

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Serviço

Inauguração da 4ª Companhia de Proteção Ambiental
– Data: 17.06 (segunda-feira)
– Horário: 09h
– Local: Rua Colonizador Enio Pipino, nº 6543, bairro Setor Industrial Norte, Sinop-MT
Lançamento da Operação Comando Itinerante
– Data: 17.06 (segunda-feira)
– Horário: 19h
– Local: Praça da Bíblia – Avenida dos Jacarandás, bairro Setor Industrial, Sinop-MT

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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