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Sema apreende 42 redes de emalhar no rio Cuiabá em apenas um dia de fiscalização

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) apreendeu 42 redes de emalhar armadas no leito do Rio Cuiabá em operação realizada nesta semana, a maior delas medindo 140 metros. Essa foi uma das maiores apreensões em um único dia no Rio Cuiabá. As redes foram recolhidas na quarta-feira (12.06).

Todos os produtos foram incinerados em uma cerâmica em Rosário Oeste. A ação de patrulhamento fluvial contou com a parceria dos policiais militares do 10º Batalhão de Polícia Militar (BPM). A equipe percorreu 53 km do rio, vistoriou oito embarcações e orientou 17 pessoas. Além das redes foram também apreendidas 12 cevas fixas e 38 anzóis. Os peixes que estavam presos na rede e vivos foram soltos.

O foco da operação foi trabalhar a prevenção dando orientações às pessoas abordadas, como forma de diminuir os crimes ambientais. Somente neste mês de junho foram retiradas do rio Cuiabazinho, em Nobres, 63 redes de emalhar.

“As equipes de fiscalização de fauna da SEMA, estão em campo diuturnamente, em diferentes regiões do Estado na procura de ilícitos praticados contra a fauna, em especial em relação à pesca. Apesar do foco em especial na região do Pantanal, também tem sido realizado fiscalizações na Região Médio-Norte, Norte e Araguaia. São realizados trabalhos preventivos, vistorias em comércios e orientação aos pecadores e a população em geral”, explicou o coordenador de Fiscalização de Fauna da Sema, Alan Silveira.

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Fiscalização em Paranatinga

Em uma outra ação de fiscalização que aconteceu nesta semana, na região de Paranatinga, a equipe de fiscalização da Sema, em conjunto com policiais da 2ª Companhia Independente de Polícia Militar de Proteção Ambiental (CIPMPA) de Rondonópolis, apreendeu 13 unidades de pescado da espécie cachorra, com peso total de 47,9 kg.

O pescado foi encontrado em um acampamento vazio durante patrulhamento fluvial no Rio Culuene, a montante da PCH Parantinga II, nas proximidades da localidade conhecida como Toca do Jau. Os peixes foram doados para o Conselho de Segurança (CONSEG) de Canarana.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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