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Seplag divulga classificação dos candidatos para programa de residência técnica

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) publicou, nesta sexta-feira (24.05), o resultado final do processo seletivo para formação de cadastro reserva do Programa de Residência Técnica. Dentre os 1.291 inscritos, 869 foram classificados. Para ter acesso ao documento, clique aqui.

O processo seletivo abrangeu cinco grandes áreas científicas e profissionais: Administração de Empresas, Ciências Contábeis, Direito, Economia, e Gestão de Pessoas e Recursos Humanos.

O Programa de Residência Técnica tem caráter de formação complementar, voltado à prática e extensão supervisionados, sem vínculo empregatício entre o residente e a Administração Pública. Ao final do programa, o residente receberá um Certificado emitido pela Escola de Governo, caso cumpra os requisitos.

O candidato deverá acompanhar no Diário Oficial do Estado ou no portal da Seplag a convocação para a formalização do Termo de Compromisso de Residência Técnica. Os documentos necessários, prazos e demais procedimentos serão indicados no ato convocatório.

O programa de Residência Técnica visa proporcionar aos residentes técnicos o acesso a atividades de caráter educativo e complementar ao ensino prestado nos cursos de pós-graduação, com a integração ao ambiente profissional especializado. Experiência que vai permitir que o estudante relacione o conteúdo teórico com a prática, impactando no desenvolvimento das capacidades e conhecimentos técnicos necessários ao ingresso no mercado de trabalho.

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Editais em andamento

Atualmente, o Programa de Residência de Técnica se encontra com três seleções em andamento.

O outro edital publicado em 17 de abril está na fase de Análise Curricular. Este processo é para as áreas de Arquitetura e Urbanismo, além de diversas especialidades da Engenharia.

Também participaram formados em Estatística, Ciências da Computação, Sistemas de Informação, Tecnologia em Segurança no Trabalho, e Ciência e Tecnologia. Para acompanhar as etapas desse processo, clique aqui.

O edital mais recente para a Residência Técnica foi publicado no dia 10 de junho. O período de inscrições encerra na próxima sexta-feira, 31 de maio.

O edital é direcionado para as áreas de Psicologia, Serviço Social, Educação Física, Arquivologia, Biblioteconomia, Museologia e Geoprocessamento, além de disciplinas relacionadas à Comunicação Social, como Jornalismo, Design Gráfico, Publicidade e Propaganda, e Rádio e TV. Para mais informações e inscrições, acesse aqui.

Cada edital especifica as regras e condições para inscrição, sendo imprescindível que os interessados leiam atentamente o edital correspondente. O Governo de Mato Grosso estabeleceu as diretrizes e procedimentos para o Programa de Residência Técnica por meio da Instrução Normativa nº 002/2024, publicada em março.

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Fonte: Governo MT – MT

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Política de educação artística da Seduc se consolida na Rede Estadual e transforma rotina de alunos em MT

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Mais de 53% das 630 escolas da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso já desenvolvem ações do Projeto Educarte, da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). O avanço se reflete no tamanho da rede atendida. Em 2025, eram 200 unidades. Agora, são 335 escolas com atividades em andamento. A meta é alcançar 400 unidades ainda em 2026.

O crescimento dá dimensão a uma política adotada pela Seduc: manter investimento contínuo em um projeto que amplia o tempo, o repertório e a presença do estudante na escola.

Desde 2019, o Educarte vem abrindo espaço para oficinas e práticas no contraturno escolar, levando os alunos para além da rotina da sala de aula tradicional, com experiências ligadas à arte, à música, ao teatro, à dança, às artes visuais, à comunicação, às bandas e às fanfarras.

Na escola, esse movimento ganha forma, por exemplo, em um ensaio de fanfarra no fim da tarde, em uma roda de teatro montada depois da última aula, em um estudante que volta no contraturno para pintar, cantar, dançar ou aprender a falar em público. É nesse espaço, fora da grade comum, que o projeto foi se firmando como parte da política educacional da rede.

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Oferecido como disciplina optativa, o Educarte organiza ações artístico-pedagógicas nas próprias unidades escolares. A proposta é interdisciplinar, mas o efeito evidencia-se no cotidiano: mais tempo de vínculo com a escola, mais circulação de linguagens, mais oportunidades para que o estudante descubra habilidades, encontre um lugar e siga aprendendo.

Um dos exemplos mais visíveis desse alcance foi o Festival Educarte – Conectando Talentos, realizado em 2024 e 2025. Na edição do ano passado, 56 projetos estudantis foram selecionados em cinco eixos — Música, Fanfarra, Dança, Teatro e Artes Visuais —, com premiação total de R$ 30 mil.

O festival ajudou a dar visibilidade ao que já vinha sendo construído nas escolas e mostrou que o projeto não se resume à atividade complementar: passou a ocupar espaço na vida escolar e na agenda da educação pública estadual.

Segundo a secretária de Estado de Educação, Flavia Emanuelle, a expansão do Educarte acompanha uma linha de trabalho que a Seduc vem sustentando desde a implantação da iniciativa, e os resultados têm sido percebidos ao longo da trajetória dos estudantes na Educação Básica.

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“Temos verificado que os estudantes matriculados no Educarte têm apresentado bons resultados ao longo da trajetória na Educação Básica desde a implantação do projeto”, diz.

Para a secretária, o alcance do programa não está apenas na participação dos alunos nas oficinas, mas também no reflexo que esse percurso pode produzir na própria aprendizagem.

“Quando a escola oferece ao estudante outras possibilidades de aprendizado, ele apresenta melhor desempenho em sala de aula. O Educarte respeita a fase e a modalidade em que cada aluno está inserido, mas trabalha para que esse desenvolvimento seja concreto na proficiência e na trajetória escolar”, completa.

Flavia Emanuelle reforça que, ao ampliar o número de escolas atendidas, a Seduc reforça o Educarte como uma política que ganhou corpo na rede. “O projeto cresceu porque houve a decisão de mantê-lo vivo, ampliar o alcance e transformar o contraturno em tempo de formação. Hoje, esse investimento já chega a mais da metade das escolas estaduais de Mato Grosso”, pontua.

Fonte: Governo MT – MT

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