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Dupla é presa por tráfico de drogas e PM apreende tabletes e 200 porções de maconha

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Policiais militares do 3º Batalhão prenderam em flagrante dois homens, de 39 e 41 anos, por tráfico de drogas, na tarde desta quarta-feira (15.05), em Cuiabá. Com a dupla, foram apreendidos quatro tabletes e 200 porções de substâncias análogas a maconha.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do Grupo de Apoio (GAP) do 3º BPM recebeu denúncias sobre um homem com grande quantidade de drogas, no bairro CPA 2. Segundo as informações recebidas do setor de inteligência, o suspeito havia retirado os entorpecentes de um apartamento.

Nas diligências, a equipe do GAP encontrou o suspeito, com as características informadas, em uma motocicleta e realizou abordagem. Com ele, os policiais encontraram uma mochila com quatro tabletes e 60 porções de maconha. O suspeito de 41 anos confirmou toda a denúncia aos policiais e disse que na residência havia mais entorpecentes.

Em seguida, os policiais foram até o apartamento denunciado. No local, o suspeito de 39 anos apresentou resistência e desobedeceu às ordens policiais, mas foi detido pela PM. Dentro da casa, os policiais encontraram apenas duas balanças de precisão e deram voz de prisão aos dois homens, que foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Cuiabá.

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Após o registro da ocorrência, no período noturno, a equipe do GAP recebeu novas denúncias que informavam que o suspeito de 39 anos soube da prisão de seu comparsa e havia escondido as drogas em outra casa no mesmo bairro, antes de ser preso pela PM.

Diante da denúncia, os policiais foram ao endereço e flagraram um homem pulando os muros da casa. Ele não foi localizado. Com o imóvel vazio, os militares realizaram buscas e encontraram mais 140 porções de maconha dentro de um freezer. O material foi apreendido e levado à Central de Flagrantes, onde foi registrado novo boletim de ocorrência para as demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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