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Polícia Civil prende mãe e padrasto que torturaram criança por fazer xixi na cama

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A equipe da Delegacia de Apiacás prendeu em flagrante, nesta terça-feira (23.04), o padrasto e a mãe de uma criança de sete anos que foi torturada coo forma de castigo porque fez xixi na cama.

A unidade policial recebeu na segunda-feira (22) o registro de ocorrência feito pelo Conselho Tutelar de Apiacás informando que uma criança deu entrada no hospital municipal com ferimentos na área genital.

O garotinho teve o órgão genital amarrado com um barbante e foi levado ao hospital pela mãe, de 25 anos. Em razão da gravidade do ferimento, a criança foi transferida para um hospital em Alta Floresta. Conforme relatos dos médicos, o órgão genital já estava necrosando e a criança corre o risco de sofrer uma amputação.

A criança relatou que o padrasto amarrou o órgão genital com um barbante, durante três dias, após o menino fazer xixi na cama. E teria feito como forma de aplicar castigo, com o conhecimento da própria mãe.

Durante as diligências para esclarecer o crime, a equipe policial foi à casa da avó da criança e informada que a vítima foi acompanhada para o hospital em Alta Floresta pelo padrasto e que a mãe não a acompanhou porque tinha ‘problemas particulares’ para resolver.

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Diante da gravidade dos fatos, a mãe da criança foi detida em flagrante e encaminhada à delegacia. O suspeito, de 43 anos, que é pastor de uma igreja evangélica de Apiacás, também foi preso em Alta Floresta.

A delegada Paula Meira Barbosa explica que ambos responderão pelo crime de tortura mediante castigo, cuja pena pode ir de dois a oito anos de condenação.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil prende suspeitos de homicídio que moravam perto da vítima

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (13.10), a Operação Vizinho do Inimigo, para o cumprimento de quatro ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão temporária e dois de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Rondonópolis.

A ação é resultado das investigações da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis sobre o homicídio de um homem, de 45 anos, ocorrido no início de setembro deste ano, na residência da vítima, localizada no bairro Parque Universitário.

Conforme apurado pela Polícia Civil, no dia 5 de setembro, dois homens chegaram ao imóvel em uma motocicleta, entraram na residência e surpreenderam a vítima no quarto, efetuando 15 disparos de arma de fogo calibre 9 mm. A dinâmica do crime indicou uma ação planejada, que impossibilitou qualquer reação da vítima.

Durante as investigações, a Polícia Civil identificou dois suspeitos do crime. Um jovem de 23 anos é apontado como o autor dos disparos. Já o segundo investigado, de 26 anos, que morava perto da vítima, teria monitorado a rotina do vizinho e arrombado o cadeado do portão para facilitar a entrada dos executores.

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Com base nas provas colhidas, a Polícia Civil solicitou os mandados à Justiça e deflagrou a operação nesta terça-feira (13).

Durante o cumprimento das ordens judiciais, o suspeito de 23 anos foi localizado e preso em uma residência no bairro Parque Universitário. No imóvel, os policiais apreenderam porções de maconha e cocaína, uma balança de precisão e mais de R$ 5 mil em dinheiro.

Diante do material encontrado, o investigado também foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, além de ter sido preso temporariamente no âmbito das investigações sobre o homicídio.

Outro mandado de busca e apreensão foi cumprido na residência do segundo investigado, também no bairro Parque Universitário. Ele não foi localizado durante a diligência e continua sendo procurado pelas equipes policiais.

As investigações prosseguem para esclarecer a motivação do crime, identificar o terceiro envolvido na ação, apontado como o piloto da motocicleta, e aprofundar a apuração sobre a possível participação dos suspeitos em uma facção criminosa com atuação no município.

O nome da operação, Vizinho do Inimigo, faz referência ao fato de que os dois investigados identificados residiam nas proximidades da casa da vítima, circunstância que, segundo a investigação, teria facilitado o monitoramento da rotina e a execução do crime.

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O inquérito policial deverá ser concluído no prazo legal de 30 dias, com o indiciamento dos investigados pelos crimes apurados, conforme os elementos reunidos durante a investigação.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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