O Corpo de Bombeiros Militares de Mato Grosso (CBMMT) realizou neste sábado (02.03) uma instrução especial de combate a incêndio para crianças e adolescentes em Tapurah (388 km de Cuiabá). A atividade faz parte do projeto social “Bombeiros do Futuro” e tem como objetivo proporcionar uma experiência imersiva e educativa sobre prevenção de incêndios domésticos. As diversas oficinas abordaram temas essenciais, como combate direto a incêndios, uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), identificação de extintores e suas classes, segurança com Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), prevenção de líquidos inflamáveis, condutas de segurança e ações adequadas em casos de incêndio.
As atividades foram cuidadosamente planejadas para oferecer uma abordagem prática e interativa, permitindo que os participantes vivenciassem na prática os conhecimentos adquiridos.
Por meio de simulações e cenários realistas, as crianças e adolescentes puderam aplicar as técnicas de combate a incêndios e aprender a agir de forma segura durante situações de emergência.
Nesta edição do projeto, 60 crianças e adolescentes tiveram a oportunidade de participar da atividade. A proposta era proporcionar uma vivência prática e dinâmica, na qual cada aluno pudesse experimentar a teoria do fogo por meio de simulações criadas pela equipe da 13ª Companhia Independente do Corpo de Bombeiros Militares (13ª CIBM).
O projeto Bombeiros do Futuro é uma iniciativa social desenvolvida pelo Corpo de Bombeiros Militares de Mato Grosso (CBMMT).
Ao capacitar as novas gerações com conhecimentos e habilidades relacionadas à prevenção e combate a incêndios, o projeto contribui para a formação de uma cultura de segurança e preparação para situações de emergência.
A Polícia Civil, deflagrou na manhã desta quinta-feira (11.6) a Operação Valquíria, com objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido com o tráfico interestadual de drogas e a utilização de mulheres na logística de transporte de entorpecentes entre estados e para o interior do sistema prisional.
Ao todo, estão sendo cumpridos 27 ordens judiciais, sendo nove mandados de prisão preventiva, nove mandados de busca e apreensão domiciliar e nove ordens de bloqueio de contas bancárias, limitadas ao valor de R$ 500 mil por investigado.
As medidas cautelares foram deferidas pela 5ª Vara Criminal de Sinop, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), com parecer favorável do Ministério Público, diante dos robustos elementos de prova reunidos ao longo da investigação.
As ordens judiciais são cumpridas simultaneamente nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Campo Novo do Parecis, além de unidades do sistema prisional mato-grossense, onde parte dos investigados se encontra custodiada e, mesmo encarcerada, continuava exercendo funções de comando e coordenação das atividades criminosas.
As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) apontaram a existência de uma estrutura criminosa organizada voltada ao tráfico de drogas, cuja logística era operacionalizada por mulheres recrutadas para realizar viagens interestaduais transportando substâncias entorpecentes.
Além disso, as investigações identificaram que o grupo era responsável por promover o ingresso de drogas em estabelecimentos prisionais e realizar a comunicação entre integrantes presos e membros que atuavam em liberdade.
Conforme apurado, lideranças da facção criminosa determinavam e coordenavam as ações ilícitas a partir do interior das unidades prisionais, utilizando aparelhos telefônicos e terceiros para manter a cadeia de comando ativa.
As mulheres investigadas desempenhavam papel fundamental na engrenagem criminosa, atuando no transporte de drogas, repasse de valores, recrutamento de novas integrantes e execução de tarefas logísticas indispensáveis à manutenção do tráfico.
Valquíria
O nome da operação faz referência às Valquírias da mitologia nórdica, figuras femininas encarregadas de cumprir missões e realizar a ligação entre diferentes mundos. De forma análoga, a investigação identificou que mulheres eram utilizadas pela organização criminosa para conectar integrantes presos e em liberdade, transportando drogas, valores e informações necessárias à continuidade das atividades ilícitas.
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
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