Os interessados em obter casa própria pelo SER Família Habitação, no Residencial Jardim dos Ipês 1, em Primavera do Leste (a 235 km de Cuiabá), podem se inscrever pelo Sistema de Habitação de Mato Grosso (SihabMT) até o dia 1º de março de 2024 e receber ajuda financeira para a entrada na compra do imóvel. O empreendimento contará com 106 unidades habitacionais.
Idealizado pela primeira-dama, Virginia Mendes, o SER Família Habitação visa atender família que podem pagar pelas prestações, porém não conseguem juntar o dinheiro suficiente para dar a entrada em um imóvel.
“O SER Família Habitação, na categoria Entrada Facilitada, é uma verdadeira realização de sonhos. Ver famílias conquistando seu lar próprio, com facilidade e dignidade, enche nossos corações de alegria e esperança. É um privilégio fazer parte desse processo que transforma vidas e fortalece o elo familiar. Juntos, estamos construindo um futuro melhor para todos”, pontuou.
Virginia Mendes agradeceu o esforço de todos os parceiros envolvidos nesse trabalho. “Agradeço ao governador Mauro Mendes por atender esse sonho, a parceria da MT Par, que tem feito um trabalho brilhante na captação de empreendedores e projetos, e à Caixa Econômica Federal por nos ajudar a escrever uma nova história em nosso Estado”.
Os imóveis são casas de 44 metros quadrados de área útil e com valor médio de revenda de R$ 175 mil. Na compra, o governo aplica o subsídio de R$ 20 mil na entrada para cada uma das unidades. O valor pode ser acumulado com os benefícios do programa Minha Casa, Minha Vida, bem como o Fundo de Garantia por tempo de serviço, o que em alguns casos resulta no subsídio de todo valor da entrada, restando ao morador assumir as parcelas.
A renda mínima exigida para esse empreendimento é de R$ 1.412.
O presidente da MT Par, Wenner Santos, explicou que o objetivo da modalidade Entrada Facilitada e fazer com que o sonho de uma moradia própria esteja mais perto de trabalhadores. “Estamos falando de unidades bem localizadas e com toda infraestrutura urbana. São espaços dignos, confortáveis e seguros para uma família morar”, afirma.
SER Família Habitação
O programa SER Família Habitação está dividido da seguinte forma: faixa 0, 1, 2 e 3. O faixa 0 é para famílias que não possuem renda e estão cadastradas no CadÚnico; o faixa 1 para famílias com renda até R$ 2.640; faixa 2 com renda familiar bruta entre R$ 2.640 até R$ 4,4 mil; e faixa 3, para famílias com renda mensal entre R$ 4,4 mil até R$ 8 mil.
A modalidade entrada facilitada atende as faixas 1,2 e 3. Já a faixa 0 é atendida por casas doadas, cuja construção é coordenada pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).
Os interessados em se inscrever nos residenciais ofertados pelo programa devem se cadastrar no site do Sistema Habitacional de Mato Grosso.
Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.
A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.
Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.
Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.
A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.
A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.
Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.
A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.
No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.
A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.
Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.