MATO GROSSO

Força Tática localiza veículo usado em homicídio e apreende 125 porções de entorpecentes com auxílio do Vigia Mais MT

Publicado em

A Polícia Militar, por meio da Força Tática, apreendeu um veículo utilizado para auxiliar em um homicídio e localizou 125 porções de entorpecentes, nesta sexta-feira (16.02), em Sorriso (420 km de Cuiabá). A ação contou com auxílio das câmeras do programa Vigia Mais MT, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT). A implantação desses dispositivos na cidade é estratégica para monitorar a região, contribuindo para a prevenção e repressão de crimes, além de proporcionar maior segurança aos cidadãos.

A apreensão ocorreu durante a Operação Vitae, que já está em sua nona fase, após a troca de informações iniciada pelas equipes policiais em resposta ao registro de um homicídio na cidade.

Os policiais estavam em diligências contínuas pela cidade quando identificaram, por meio do sistema de câmeras do programa Vigia Mais MT, um carro branco, modelo Fiat Uno, possivelmente utilizado pelos autores do crime.

Com a identificação do veículo, os militares foram a uma residência no bairro Morada do Bosque, onde encontraram o carro e solicitaram o apoio da Força Tática.

Leia Também:  Investigados por quádruplo homicídio no norte de MT são condenados a 369 anos de prisão

No local, a equipe encontrou um suspeito que resistiu à abordagem e apontou uma arma para os militares, que atiraram para proteger a integridade física da equipe. O suspeito, ferido por disparos, foi socorrido e levado ao Hospital Regional, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu. Ele possuía registros criminais por roubo e homicídio.

Na residência, a FT apreendeu uma pistola Taurus 9mm, munições do mesmo calibre, uma balança de precisão, 71 porções de maconha, 54 de cocaína, dois aparelhos celulares e rolos de papel filme.

Diante dos fatos, os materiais foram encaminhados à Delegacia de Polícia de Sorriso para as providências cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Polícia Civil cumpre prisão contra autor de tentativa de homicídio

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Comitê da Sedec debate plano nacional de fertilizantes e aprova comissão de fertilidade do solo

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA