MATO GROSSO

Governo de MT envia mil kits de higiene nesta terça-feira (13); mais alimentos serão entregues nos próximos dias

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O Governo de Mato Grosso já enviou, nesta terça-feira (13.02), mais 1.000 kits de higiene para auxiliar os moradores de Cáceres (220 km de Cuiabá), atingidos por uma enchente após forte temporal no último sábado (10.02). Um ônibus com os kits já saiu de Cuiabá e deve chegar ao município ainda nesta tarde.

Segundo a secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania, Grasi Bugalho, nos próximos dias, mais 1.000 cestas com alimentos serão entregues no município, atendendo a pedido da primeira-dama Virginia Mendes.

Nesta segunda-feira (12), 100 famílias foram atendidas com as doações de alimentos realizadas pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), parceiros do município e voluntários. Além das cestas básicas, o Governo também entregou cobertores, filtros de água, kits de higiene e leite.

Atualmente, não há famílias nos abrigos disponibilizados pelo Estado e município, por conta da enchente. Conforme a Defesa Civil, os últimos moradores que estão com familiares devem retornar para as próprias residências nos próximos dias, após a limpeza das casas.

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A Defesa Civil do Estado também auxilia o município e realiza, nesta terça-feira, o levantamento dos danos à infraestrutura dos locais atingidos pelo alagamento. A vistoria é acompanhada por uma equipe municipal e visa subsidiar os relatórios da situação de emergência, para homologação estadual e reconhecimento federal.

A Escola Técnica Estadual de Cáceres, que foi cedida pelo Governo na madrugada de domingo (11) para ser abrigo temporário, segue à disposição como centro de recebimento de doações.

Três equipes do Corpo de Bombeiros prestam apoio aos moradores e fazem corte de árvores que caíram sobre residências.

O Governo segue no município monitorando a situação.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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