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Sinfra informa que trânsito na ponte do Rio Claro está liberado após correção de problema

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) informa que o trânsito sobre a ponte do Rio Claro, na MT-251, entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães, está fluindo normalmente, com passagem de veículos dos dois lados. A Sinfra-MT ainda reforça que não há riscos estruturais na ponte.

Uma equipe trabalhou ininterruptamente no local e conseguiu liberar o trânsito no início da madrugada desta terça-feira (30.01), em menos de 24 horas após o início da recuperação da via.

Na segunda-feira (29), o trânsito precisou ser parcialmente interditado em um dos lados da pista, depois do surgimento do buraco na cabeceira da ponte. Na mesma manhã, uma equipe de engenheiros da Sinfra-MT foi até o local para verificar o problema e começar a trabalhar em suas soluções.

Segundo a secretária adjunta de Obras Rodoviárias da Sinfra-MT, engenheira Nivia Calzolari, dois fatores provocaram a abertura do buraco: um muro de contenção na parte inferior da ponte colapsou, provocando deslizamento do material do aterro da ponte. Ao mesmo tempo, uma infiltração no pavimento provocou o buraco.

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Depois de identificado o problema, a Sinfra-MT trabalhou nas soluções. Para estabilizar o aterro da ponte, foi utilizada uma técnica de engenharia conhecida como “Rip Rap”, que consiste na utilização de sacos com mistura de solo e cimento. Na parte superior, a via foi recuperada com brita graduada e asfalto.

Ainda será realizado outro trabalho na parte inferior da ponte, que consiste na construção de um muro de contenção do tipo gabião, para proteger o aterro da cabeceira e impedir novos deslocamentos de terra.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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