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Ouvidoria Geral do Município obteve êxito em 90% das demandas pendentes em 2023

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A Ouvidoria Geral do Município (OGM) obteve sucesso por meio de uma ação denominada “força-tarefa”, atendendo a 90% das demandas pendentes. Somente neste ano, de janeiro a novembro, foram registradas 4.950 manifestações, às quais se somam algumas do ano anterior que ainda careciam de respostas. A agilidade na solução faz parte do que está preconizado pelo prefeito Emanuel Pinheiro dentro da gestão humanizada. Para 2024, já se prospecta melhorias, incluindo o incremento de novas ações, como a proximidade direta com os munícipes, indo até onde o povo está.

O resultado positivo alcançado até agora na solução das demandas está associado ao planejamento elaborado, que contou também com o trabalho individualizado junto a cada Secretaria e o apoio dos respectivos secretários. “Houve uma força-tarefa com os ouvidores setoriais que contribuiu para que conseguíssemos reduzir significativamente, graças à ajuda dos secretários que abraçaram a causa e, consequentemente, resultou na diminuição do acúmulo das manifestações (reclamações, denúncias, elogios). Conversamos para verificar o que poderíamos agilizar, o que exigiria prazo e qual prazo poderíamos dar, e também o que ficaria para depois por exigir uma apuração mais precisa. Conseguimos sanar as respostas para os munícipes. Não dá para zerar as manifestações porque todos os dias chegam demandas. Mas estamos fortalecendo a Ouvidoria, objetivando transmitir confiança aos que precisam da nossa ação, e assim vamos ampliando a credibilidade que a Ouvidoria representa”, frisou o ouvidor geral Jessé Oliveira França.

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Segundo Jessé, a Ouvidoria é como se fosse uma UTI para quem precisa. Quando o munícipe procura a Ouvidoria, é porque não conseguiu resolver, já passou por diversos caminhos e não teve uma solução; é como se fosse um pedido de socorro. “Para esse cidadão, representa a última alternativa. Por ser esta última alternativa, é que aderimos à gestão humanizada do prefeito”, explicou.

O retorno dado ao munícipe reflete em toda a administração municipal, pois ele se sente ouvido pelos representantes. Esse feedback por parte de quem conseguiu a resposta que precisava é a satisfação pelo trabalho dispensado e faz toda a diferença no que diz respeito à causa do outro, que também pode ser a sua.

“Cultivar o diálogo e dar uma satisfação é o que tem melhorado muito a credibilidade da Ouvidoria, e vamos fortalecer esse vínculo com o cidadão. De maneira que, quando ele precisar, saberá que pode contar com os serviços da Ouvidoria. Quando entrei na gestão da Ouvidoria, há 8 meses, tivemos essa ideia de deixar o munícipe mais próximo da gestão e isso tem acontecido”, frisou Jessé.

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Para buscar o aprimoramento do trabalho, foi necessário um planejamento. Mesmo tendo passado alguns meses do ano, uma vez que a atual gestão da OGM teve início em março, a equipe estabeleceu um planejamento para execução até o fim de 2023. Deu tão certo que já está em fase de construção o planejamento para o próximo ano. Entre as ações previstas está a Ouvidoria nos bairros.

O cidadão pode procurar o auxílio da Ouvidoria através dos canais de comunicação disponíveis:

ATENDIMENTO VIA TELEFONE: Tel: 0800 645 01 56

ATENDIMENTO VIA E-MAIL: Email: [email protected]

ATENDIMENTO WHATSAPP: (65) 99263-9779

ATENDIMENTO PRESENCIAL: Avenida Mato Grosso, nº 453, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Estudantes indígenas conhecem história de Cuiabá em visita ao Complexo Biocultural do Porto

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Quarenta e dois estudantes da Escola Indígena Umutina, de Barra do Bugres, visitaram nesta sexta-feira (29) o Complexo Biocultural do Porto, em Cuiabá, conhecendo o Museu do Rio Cuiabá, o Aquário Municipal e a Orla do Porto. A atividade integrou uma programação educativa voltada à valorização do patrimônio cultural mato-grossense e ao fortalecimento da identidade dos povos originários.

Com idades entre 11 e 17 anos, os alunos participaram da visita acompanhados pelas professoras Eliane Boroponepa Monzilar, da Aldeia Boropó, e Ana Lúcia Calomezoré, da Aldeia Balotipone. O objetivo pedagógico foi conscientizar os estudantes sobre a importância da preservação do patrimônio cultural do Estado e promover reflexões sobre a história e as culturas indígenas.

A visita foi viabilizada pelo projeto Caminhos da Cultura, iniciativa criada em 2019 pelo artista plástico e produtor cultural Vicente Paulo. O projeto tem como proposta ampliar o acesso de estudantes da rede pública, além de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas, a museus, galerias e outros espaços de formação cultural. Desde sua criação, a iniciativa já aproximou mais de 11 mil alunos de equipamentos culturais em Mato Grosso.

“O projeto nasceu para proporcionar esse acesso aos estudantes da rede pública e também às comunidades tradicionais. Hoje estamos contemplando os Umutina, vindos de diferentes comunidades dessa grande nação indígena”, explicou Vicente Paulo.

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No Complexo Biocultural do Porto, os estudantes participaram de um roteiro guiado que apresentou aspectos históricos de Cuiabá por meio do acervo do Museu do Rio e das atrações do Aquário Municipal. A coordenadora pedagógica do Museu do Rio, Luana da Cruz Borema, explicou que o complexo está implantando um novo formato de recepção aos visitantes, com uma apresentação guiada que contextualiza a história da cidade antes da visita aos espaços expositivos.

Segundo ela, a proposta busca tornar a experiência mais educativa e aproximar os visitantes do patrimônio histórico e cultural de Cuiabá.

Para a professora Eliane Boroponepa Monzilar, a atividade representa uma oportunidade de intercâmbio de conhecimentos e de ampliação do repertório cultural dos estudantes.

“Esse projeto proporciona às crianças e aos jovens indígenas a oportunidade de conhecer outros saberes. Muitos deles nunca haviam visitado um museu. É uma troca importante entre o conhecimento do nosso povo e outros conhecimentos culturais, permitindo que compreendam melhor esses espaços e sua importância”, afirmou.

A fala da educadora reforça uma realidade observada em outras ações do Caminhos da Cultura. Em atividades recentes promovidas pelo projeto, estudantes da zona rural e de comunidades tradicionais também tiveram contato pela primeira vez com museus e espaços históricos da capital, vivenciando experiências que ampliam o aprendizado para além da sala de aula.

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A turismóloga Silvana Maria de Morais Abdala destacou o interesse demonstrado pelo grupo durante toda a visita. Segundo ela, as fotografias históricas e a maquete expostas no museu despertaram grande curiosidade entre as crianças e os adolescentes.

“Foi gratificante perceber o interesse deles em conhecer a história de Cuiabá e compreender melhor o espaço. As crianças, principalmente, demonstraram muita atenção e curiosidade durante toda a visita”, relatou a servidora, que atua há 18 anos na área do turismo.

Além do Complexo Biocultural do Porto, o roteiro dos estudantes incluiu visitas ao Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (MISC), à Galeria Lava Pés e ao Museu de História Natural de Mato Grosso, consolidando um dia de atividades voltadas ao conhecimento, à cultura e à formação cidadã.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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