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Seduc apresenta resultados de 2023 do Pré-Enem Digit@l nesta terça-feira (19)

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O resultado de 2023 do Pré-Enem Digit@l MT, projeto desenvolvido pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), será divulgado em uma live transmitida pelo canal da instituição no YouTube, nesta terça-feira (19.12), das 8h30 às 11h.

O objetivo do evento é compartilhar as boas práticas realizadas ao longo do ano, destacando os resultados alcançados como ampliação da participação dos estudantes da rede estadual no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), realizado nos dias 5 e 12 de novembro, além da melhora no desempenho geral dos estudantes e ampliação do acesso ao ensino superior.

O Pré-Enem Digit@l faz parte da Política Educacional Projetos Integrados Pedagógicos, uma das 30 políticas que compõem o plano EducAção 10 Anos, que objetiva colocar a educação pública de Mato Grosso entre as mais bem avaliadas no país até 2032.

O projeto foi criado com o intuito de melhorar o desempenho dos estudantes do 3º ano do Ensino Médio e do 2º ano da Educação de Jovens e Adultos (EJA) no Enem, além de contribuir para a recomposição da aprendizagem.

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De acordo com o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, a meta foi atingida, superando todas as dificuldades causadas pela pandemia. “Desde que o Pré-Enem Digit@l foi iniciado com 584 inscritos, em 2020, e saltou para 4.158 em 2021, a participação no projeto vem crescendo significativamente”, explicou.

Na edição de 2023, o Pré-Enem Digit@l contou com a participação de 13.954 estudantes, que receberam um kit de material didático de apoio, com 16 livros.

Os estudantes também tiveram acesso a aulões presenciais, aulas online e plantões tira-dúvidas adaptados à realidade de cada uma das 14 Diretorias Regionais de Educação (DREs). O número de inscritos em 2023 cresceu 61% se comparado com o ano anterior, quando alcançou um total de 5.272 inscritos.

Para 2024, a meta é chegar a 15 mil inscritos no Pré-Enem Digit@l. Com o aumento do atendimento, a Seduc pretende estimular ainda mais o protagonismo de jovens e adultos, além de maximizar o sucesso na participação do Enem e as consequentes oportunidades de ingresso nas Instituições de Ensino Superior. “Novamente, vamos trabalhar de forma constante e garantir que todos os inscritos recebam o kit de livros para estudos e participem das atividades”, adiantou Alan.

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Em relação aos estudantes da rede inscritos no Enem, os números também indicam um avanço significativo. Em 2021, 22.370 estudantes se inscreveram; em 2022, 28.194, e, neste ano, 30.301 participaram de todas as etapas, o que representou 93,16% do total de estudantes matriculados no 3º ano do Ensino Médio e 2º ano da EJA.

Diante dos resultados, o secretário destacou o empenho dos coordenadores, professores e demais profissionais da educação que participaram do projeto e foram os principais responsáveis pelo sucesso do Pré-Enem Digit@al até agora.

“Ao longo de 2023, por exemplo, foram realizadas visitas às escolas, participação em lives e reuniões presenciais, concursos de redação, simulados, aulões de véspera, entre outras atividades. Vamos continuar avançando com total apoio às nossas equipes e aos estudantes que sonham ingressar no Ensino Superior”, concluiu

Fonte: Governo MT – MT

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Política de educação artística da Seduc se consolida na Rede Estadual e transforma rotina de alunos em MT

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Mais de 53% das 630 escolas da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso já desenvolvem ações do Projeto Educarte, da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). O avanço se reflete no tamanho da rede atendida. Em 2025, eram 200 unidades. Agora, são 335 escolas com atividades em andamento. A meta é alcançar 400 unidades ainda em 2026.

O crescimento dá dimensão a uma política adotada pela Seduc: manter investimento contínuo em um projeto que amplia o tempo, o repertório e a presença do estudante na escola.

Desde 2019, o Educarte vem abrindo espaço para oficinas e práticas no contraturno escolar, levando os alunos para além da rotina da sala de aula tradicional, com experiências ligadas à arte, à música, ao teatro, à dança, às artes visuais, à comunicação, às bandas e às fanfarras.

Na escola, esse movimento ganha forma, por exemplo, em um ensaio de fanfarra no fim da tarde, em uma roda de teatro montada depois da última aula, em um estudante que volta no contraturno para pintar, cantar, dançar ou aprender a falar em público. É nesse espaço, fora da grade comum, que o projeto foi se firmando como parte da política educacional da rede.

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Oferecido como disciplina optativa, o Educarte organiza ações artístico-pedagógicas nas próprias unidades escolares. A proposta é interdisciplinar, mas o efeito evidencia-se no cotidiano: mais tempo de vínculo com a escola, mais circulação de linguagens, mais oportunidades para que o estudante descubra habilidades, encontre um lugar e siga aprendendo.

Um dos exemplos mais visíveis desse alcance foi o Festival Educarte – Conectando Talentos, realizado em 2024 e 2025. Na edição do ano passado, 56 projetos estudantis foram selecionados em cinco eixos — Música, Fanfarra, Dança, Teatro e Artes Visuais —, com premiação total de R$ 30 mil.

O festival ajudou a dar visibilidade ao que já vinha sendo construído nas escolas e mostrou que o projeto não se resume à atividade complementar: passou a ocupar espaço na vida escolar e na agenda da educação pública estadual.

Segundo a secretária de Estado de Educação, Flavia Emanuelle, a expansão do Educarte acompanha uma linha de trabalho que a Seduc vem sustentando desde a implantação da iniciativa, e os resultados têm sido percebidos ao longo da trajetória dos estudantes na Educação Básica.

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“Temos verificado que os estudantes matriculados no Educarte têm apresentado bons resultados ao longo da trajetória na Educação Básica desde a implantação do projeto”, diz.

Para a secretária, o alcance do programa não está apenas na participação dos alunos nas oficinas, mas também no reflexo que esse percurso pode produzir na própria aprendizagem.

“Quando a escola oferece ao estudante outras possibilidades de aprendizado, ele apresenta melhor desempenho em sala de aula. O Educarte respeita a fase e a modalidade em que cada aluno está inserido, mas trabalha para que esse desenvolvimento seja concreto na proficiência e na trajetória escolar”, completa.

Flavia Emanuelle reforça que, ao ampliar o número de escolas atendidas, a Seduc reforça o Educarte como uma política que ganhou corpo na rede. “O projeto cresceu porque houve a decisão de mantê-lo vivo, ampliar o alcance e transformar o contraturno em tempo de formação. Hoje, esse investimento já chega a mais da metade das escolas estaduais de Mato Grosso”, pontua.

Fonte: Governo MT – MT

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