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Júlio Campos representa ALMT na 26ª reunião da Unale

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O deputado estadual Júlio Campos (União Brasil), além de gestores e servidores da Assembleia Legislativa do Mato Grosso, participaram, na noite de quarta-feira (8), da abertura oficial da 26ª Conferência da União dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale).  O evento, que tem como tema “As prerrogativas do parlamento estadual”, reúne em Fortaleza (CE) mais de 1,6 mil participantes de todo o país, além de representantes dos Estados Unidos, México, Canadá, Paraguai e  Argentina.  

O parlamentar destacou a importância de se discutir temas voltados ao meio ambiente, uma vez que Mato Grosso integra a Amazônia Legal. “Estamos muito felizes de participar desse evento, representar meu estado e discutir o tema do meio ambiente, pois compomos a Amazônia Legal. Hoje, pela manhã, participamos de debates sobre as assembleias, na programação paralela, agora dessa abertura, amanhã vamos discutir com foco na região amazônica na programação oficial e, na sexta-feira, tem a reunião das Comissões de Constituição e Justiça, (CCJ)”, disse o parlamentar, que é presidente da CCJR de Mato Grosso.   

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O presidente da Unale, deputado Diogo Moraes (PE), destacou a grandiosidade do evento. “A Unale, que a cada ano se torna maior e mais importante, tem como norte o compartilhamento de boas práticas, a principal trincheira de luta em âmbito das teses federativas e a consolidação de prerrogativas incutidas na nossa Magna Carta (Constituição) no que concerne ao alcance social do poder legislativo estadual”, afirmou. 

Diogo Moraes encerrou seu discurso ressaltando o desafio de “unir a tarefa legislativa à modernidade e inovação de forma para melhorar efetivamente a vida das pessoas”.  


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Fonte: ALMT – MT

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Orçamento de Mato Grosso para 2027 prevê R$ 46,1 bilhões

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O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA-1144/2026) para o exercício financeiro de 2027, que estima receitas e fixa despesas do estado em R$ 46,125 bilhões, começou a tramitar na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), com previsão de crescimento de aproximadamente 13% em relação ao orçamento vigente, de R$ 40,7 bilhões. A proposta também prevê renúncia fiscal líquida de R$ 15,3 bilhões. A proposta foi lida na sessão ordinária de quarta-feira (9).

O presidente da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária, deputado Carlos Avallone (PSDB), defende acelerar a tramitação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para permitir a votação do orçamento do próximo ano.

De acordo com o texto do PLOA, o Executivo fica com a maior parte R$ 38,7 bilhões. A Assembleia Legislativa com R$ 1,188 bilhão. Tribunal de Contas, R$ 840,6 milhões. Ministério Público, R$ 1,124 bilhão. Defensoria Pública R$ 422 milhões. Tribunal de Justiça, R$ 3,799 bilhões.

Segundo ele, embora os deputados já possam analisar a proposta orçamentária, a votação depende da aprovação do PLDO. Com as audiências públicas da PLOA já agendadas, Avallone informou que pretende agilizar a tramitação da matéria, mesmo com o calendário legislativo mais apertado. O cronograma, acrescentou, ainda será confirmado com a Mesa Diretora da Casa.

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Avallone explicou que havia a possibilidade de deixar a votação do orçamento para o início de 2027, caso ocorresse uma mudança de governo. Mas como a atual gestão permanecerá à frente do Executivo estadual, essa alternativa deixou de ser necessária.

“Havia uma vontade de que não precisasse mais votar o orçamento só no começo do ano que vem, caso houvesse mudança de governo. Como não houve, podemos votar a qualquer momento. O governo continua”, afirmou o parlamentar, ao defender o avanço das discussões e a definição do calendário para a votação das peças orçamentárias.

O deputado também chamou a atenção para a diferença entre os valores previstos e a arrecadação estimada para os exercícios financeiros. Segundo ele, o orçamento de Mato Grosso para 2026 foi fixado em quase R$ 41 bilhões, mas a previsão é de que a execução alcance R$ 48 bilhões. Já para 2027, a proposta encaminhada pelo governo prevê R$ 46 bilhões. Na avaliação de Avallone, essa diferença reforça a necessidade de analisar os números e discutir eventuais ajustes durante a tramitação do PLOA.

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“Mas é isso que é a função nossa. Discutir isso até que a gente chegue em valores que sejam adequados e que a gente possa garantir o orçamento. Nós podemos mudar uma série de coisas. Nós temos essa função”, destacou Avallone, ressaltando o papel do Parlamento na avaliação das receitas e despesas estaduais e na discussão de possíveis alterações para adequar a proposta às necessidades da administração pública.

O total previsto para a renúncia fiscal liquida para 2027 é de R$ 15.301.425.339,65. Os valores estão assim distribuídos:

ICMS – R$ 14.149.070.279,95.

IPVA – R$ 460.022.453,85

ITCD – R$ 146.978.185,60

Taxas – R$ 348.843.053,52

Juros e penalidades – R$ 196.511.366,74

Fonte: ALMT – MT

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