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Grêmios estudantis debatem ações de prevenção ao suicídio com estudantes e professores

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Grêmios Estudantis de 21 escolas da Rede Estadual de Ensino em Rondonópolis realizaram ações de campanha de prevenção ao suicídio, em alusão ao “Setembro Amarelo”. Durante as ações, a comunidade estudantil participou de discussões sobre o tema nas redes sociais e rodas de conversas, além de se reunir em passeata pelas ruas centrais da cidade.

Conforme o representante dos grêmios na Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), Leonardo Coelho, o objetivo das ações foi sensibilizar a comunidade escolar sobre a importância de se falar sobre a saúde mental e as redes de proteção foi alcançado.

Coelho destacou que a campanha do Setembro Amarelo abordou o suicídio como uma questão de saúde pública e permitiu que as pessoas discutissem abertamente suas experiências e sentimentos, abrindo caminho para ações preventivas.

“As conversas realizadas durante o período foram o destaque das ações, e envolveram estudantes do ensino médio e profissionais da Educação. Levamos jovens e adultos a refletirem sobre as causas e a prevenção ao suicídio, promovendo uma mobilização que ainda repercute”, afirmou.

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Para o assessor pedagógico e um dos representantes dos grêmios, Guilherme Augusto Vieira, fomentar uma discussão como essa leva a juventude a refletir sobre o protagonismo e saúde mental. “Nos dedicamos muito em um momento de engajamento entre toda a comunidade estudantil”.

A diretora regional de Educação de Rondonópolis, Andréia Cristiane de Oliveira, afirmou que as ações do Setembro Amarelo foram de suma relevância, pois contribuíram para reduzir o estigma associado ao suicídio e aos problemas de saúde mental. Ela destacou que a campanha encorajou as pessoas que estão sofrendo a buscar ajuda sem medo de julgamento ou discriminação.

Césa Mara de Moraes Vieira Zimpe, diretora-adjunta da DRE, observou que o evento promoveu a escuta e a atenção aos sinais de alerta, fatores de risco e estratégias de prevenção do suicídio por parte dos profissionais da educação. Ela enfatizou que quanto mais as pessoas souberem sobre o assunto, mais eficaz será a prevenção.

Além dos grêmios, também estiveram envolvidos nas ações a Diretoria Regional de Educação (DRE) do polo Rondonópolis, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, por meio da Vara da Infância e Juventude de Rondonópolis, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – 1º subseção, e a Promotoria da Vara da Infância e Juventude.

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Fonte: Governo MT – MT

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Caso de sucesso apoiado pela Seaf e Programa REM MT reforçam potencial dos editais de R$ 18,6 milhões abertos em Mato Grosso

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O fortalecimento da cafeicultura tem transformado a realidade de produtores rurais da comunidade Sol Nascente, em Mato Grosso. Um dos exemplos é a história da agricultora familiar Ana Aparecida Bandini Rossi, presidente da Associação Comunitária do Sol Nascente, que reúne atualmente 67 famílias associadas.


Ao lado do esposo, Osvaldo Rossi, voluntário na associação, Ana vive no Sítio Jerusalém, onde a família retomou o cultivo do café após anos afastada da atividade. A associação, localizada na própria comunidade, recebeu recursos do Programa REM MT, que permitiram a reforma da agroindústria e a aquisição de equipamentos para processamento do café, fortalecendo toda a cadeia produtiva na comunidade.

“Na associação nós temos a agroindústria e trabalhamos toda a cadeia do café. Com o projeto aprovado pelo REM MT, conseguimos reformar um dos barracões, adquirir equipamentos para torrefação e beneficiamento e criar oportunidades para que os associados possam trabalhar desde a colheita, secagem e processamento até a embalagem e comercialização do produto”, destaca Ana.


Segundo ela, o apoio do Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf-MT), parceira do Programa REM MT, coordenado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), juntamente com a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e as secretarias municipais de agricultura, tem sido fundamental para o crescimento da atividade na região.

A comunidade tem uma relação histórica com a cafeicultura. Ana e a família chegaram à região em 1986, vindos do Paraná, atraídos pelo potencial da cultura. Com o passar dos anos, a produção perdeu força, mas voltou a ganhar espaço graças às novas tecnologias e variedades mais produtivas.

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“Na década de 80 tínhamos uma produção muito forte de café, depois ela declinou. Hoje estamos retomando porque acreditamos nessa proposta do Governo do Estado de trazer tecnologia para o campo. Os clones de café desenvolvidos e difundidos com apoio da Empaer produzem muito mais em uma área menor. Antes tínhamos uma área grande e colhíamos menos. Hoje produzimos mais em um espaço menor”, afirma.


O resultado desse trabalho pode ser visto na estrutura da associação. De acordo com Osvaldo Rossi, a antiga instalação deu lugar a uma agroindústria moderna e acessível aos produtores da comunidade.

“Antes aqui era um barracão antigo. Hoje temos uma estrutura adequada. Foram investidos cerca de R$ 1 milhão por meio do REM e toda a comunidade tem acesso à agroindústria”, ressalta.

O sucesso da Associação Comunitária do Sol Nascente é um exemplo dos resultados alcançados com os investimentos do Programa REM MT. Agora, novas organizações têm a oportunidade de acessar recursos por meio de dois editais que estão com inscrições abertas e somam R$ 18,6 milhões em investimentos. Os recursos serão destinados a projetos voltados ao fortalecimento da bioeconomia, da agricultura familiar, dos povos e comunidades tradicionais, da proteção ambiental, da geração de renda e da melhoria da qualidade de vida dos povos indígenas em Mato Grosso.

São R$ 10 milhões destinados ao Edital do Subprograma Agricultura Familiar e de Povos e Comunidades Tradicionais e R$ 8,6 milhões para o Edital do Subprograma Territórios Indígenas. As inscrições seguem até o dia 8 de julho e podem ser realizadas por organizações que atendam aos critérios previstos nos editais. A expectativa é ampliar iniciativas sustentáveis em todo o estado, fortalecendo organizações e comunidades que trabalham com produção sustentável, conservação ambiental e desenvolvimento local.

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– Edital Agricultura Familiar e PCTs (incluindo indígenas): https://fas-amazonia.org/editalremmtafpct2026/

– Edital Territórios Indígenas: https://fas-amazonia.org/editalremmtti2026/

Conheça o REM MT

O Programa REM MT é uma premiação dos governos da Alemanha e do Reino Unido ao Estado de Mato Grosso pelos resultados alcançados na redução do desmatamento.

Entre 2022 e 2025, o programa apoiou 155 projetos, beneficiando 131 organizações sociais, incluindo 104 associações e cooperativas, nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal. Os resultados incluem mais de 500 aldeias atendidas, 43 povos indígenas beneficiados, 108 municípios alcançados, mais de 44 mil pessoas atendidas e cerca de 160 mil hectares de desmatamento evitados no estado.

Os editais estão disponíveis no site da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), gestora financeira do Programa REM MT. O Programa é coordenado pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), e conta com a parceria da Seaf-MT, da Empaer e de diversas instituições que atuam no fortalecimento da agricultura familiar, da produção sustentável e do desenvolvimento das comunidades rurais mato-grossenses.

Fonte: Governo MT – MT

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