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Estudantes na rede estadual devem fazer rematrículas a partir do dia 9 de outubro

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As rematrículas dos estudantes da rede estadual de ensino começarão a ser feitas no dia 9 de outubro, conforme o calendário da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT). As solicitações devem ser feitas pelo aplicativo MT Cidadão ou pelo Portal MT GOV, até o dia 31 de outubro.

A rematrícula é obrigatória a todos os estudantes do ensino fundamental, ensino médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Os pais, responsáveis e os próprios estudantes maiores de 18 anos também poderão solicitar a matrícula para o ano letivo de 2024, além de inserir as documentações e atualizar informações como telefone ou e-mail.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, destacou que o aplicativo é simples de usar e permite acompanhar o status da solicitação e receber notificações diretamente no smartphone ou e-mail indicado.

“É importante ressaltar que o prazo não será prorrogado e a rematrícula é fundamental para o fechamento do planejamento escolar do próximo ano. A confirmação dos dados de cada estudante e a manifestação do desejo de continuar na rede são essenciais para direcionar as políticas educacionais e as ações do Plano Educação 10 Anos, que envolvem mais de 130 ações”, alertou.

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Segundo ele, o ano letivo de 2024 está previsto para iniciar na primeira quinzena de fevereiro. Os estudantes precisam realizar a rematrícula no prazo estabelecido, garantindo assim o acesso à educação e contribuindo para o planejamento escolar do próximo ano.

Clique no link e acesse o Portal MT GOV

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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