O Governo de Mato Grosso está iluminando e restaurando o asfalto da MT-040, que liga Cuiabá até Santo Antônio do Leverger, com investimento de R$ 15,9 milhões para garantir uma rodovia de qualidade e mais segura para toda a população.
Tanto a restauração, quanto a iluminação, são executadas em um trecho de 17,9 quilômetros da via, entre a rotatória com a Rodovia dos Imigrantes e o início da área urbana de Santo Antônio do Leverger.
“Esse asfalto novo traz mais segurança, mais tranquilidade. A gente só tem a agradecer. É um governo que olha pelos municípios”, afirmou a prefeita de Santo Antônio, Francieli Magalhães, durante visita do governador a obra na última terça-feira (19.09).
O governador Mauro Mendes lembrou que essa é apenas uma das obras de recuperação asfáltica realizadas pelo Governo em Mato Grosso.
“Essa é mais uma obra entre tantas que o Governo está fazendo. Esse ano vamos terminar cerca de 1.000 km de asfalto novo. No primeiro mandato, nós fizemos 2.500. Ou seja, vão ser 3.500 km de chão que virou asfalto. Também teremos mais de 3.000 km de recuperação em todas as regiões de Mato Grosso”, disse.
Santo Antônio do Leverger é um dos principais destinos procurados pelos moradores da capital em busca de lazer, com restaurantes, praias e pesqueiros. Também é o caminho para o Pantanal de Mimoso, onde estão as baías de Chacororé e Siá Mariana.
Além disso, o Governo do Estado está construindo o novo Hospital Universitário às margens da rodovia. A previsão de entrega da obra é até o fim de 2024. A nova unidade hospitalar deve aumentar o fluxo de carros, inclusive no período noturno.
Também por causa desse projeto, a Sinfra-MT terminou em maio deste ano a implantação da rede de iluminação pública na rodovia. Todo o trecho está 100% iluminado com luminárias de LED. Foram instalados postes com 14 metros de altura e lâmpadas de LED com 220 W de potência, todos com dispositivo de acendimento automático no período noturno, em um investimento de R$ 5,5 milhões.
“Essas rodovias têm um trânsito cada vez maior e a tendência de Cuiabá é continuar crescendo. A iluminação vai contribuir com a segurança de todos”, concluiu o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.
Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.
No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.
Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.
Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.
Segue integra da nota:
NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS
Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.
A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.
Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.
As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.
Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.
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