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Prefeitura intensifica trabalho para conter erosão às margens da MT-242

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Local está recebendo canal de drenagem, o que deve, definitivamente, resolver o problema

Cerca de 100 operários da Prefeitura de Sorriso atuam da obra de contenção da erosão da MT-242, na região de saída do Residencial Mário Raiter. Além de repor material para mitigar o problema, as equipes atuam para auxiliar na execução da obra de instalação do canal de drenagem pluvial em um trecho de 2,5 quilômetros.

O emissário sai do Residencial Mário Raiter em direção ao Rio Lira. Além da drenagem pluvial do Mário Raiter, o canal também vai conduzir ao rio as águas captadas no Distrito Industrial e Comercial (DIC) Nova Prata e em outros bairros da região.

Alteração de contrato

Para acelerar a ação, a Prefeitura precisou assumir uma parte maior do trabalho e reduzir o trecho que será construído por meio de empresa contratada, via licitação, para o serviço. Ainda em julho, foi suprimido o valor de quase R$ 2,4 milhões do contrato firmado com a Bara Construções. Com isso, o valor global do contrato, que era de R$ 12,5 milhões, cai para R$ 10,1 milhões.

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Expectativa de conclusão

O secretário de Obras e Serviços Públicos (Semosp), Milton Geller, estima que a expectativa é finalizar o canal até novembro. Além das equipes da Semosp, servidores da Secretaria de Transporte (Semtra) também atuam no local; e a fiscalização do trabalho executado pela terceirizada é feita por técnicos Secretaria da Cidade (Semcid).

Preocupação

A erosão da MT- 242 é uma preocupação antiga da Administração Municipal. A obra foi três vezes para licitação e somente na terceira tentativa é que uma empresa demostrou interesse, e cumpriu todos os requisitos, para assumir a obra.

“No entanto, desde a ordem de serviço, ainda no ano passado, estamos percebendo esta lentidão do avanço na obra, mas estamos empenhados para que, juntos, somando esforços de várias secretarias, possamos resolver este problema definitivamente”, afirmou Geller.

Ainda em dezembro do ano passado, foi necessária a intervenção da concessionária de energia elétrica para evitar que os postes ao longo do trecho fossem engolidos pela erosão.

Confira também:

https://site.sorriso.mt.gov.br/noticia/prefeitura-volta-avaliar-drenagem-da-mt-242-63ea64df4e04c

https://site.sorriso.mt.gov.br/noticia/drenagem-da-mt-242-volta-pauta-63234e1f5c4c3

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https://site.sorriso.mt.gov.br/noticia/prefeitura-e-empreiteira-estudam-formas-de-acelerar-obra-na-mt-242-644151a73891a

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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