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Escola de Governo oferece capacitação voltada à educação previdenciária

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A Escola de Governo, em parceria com o Instituto Mato Grosso Previdência (MTPrev), está com inscrições abertas para a capacitação Educação Previdenciária. As aulas acontecem nos dias 19 de setembro, 30 outubro e 21 de novembro, nas modalidades presencial e online. As inscrições vão até 15 de setembro.

O curso é destinado aos servidores ativos e inativos dos poderes Executivo. Os encontros presenciais acontecem no auditório da Procuradoria Geral do Estado (PGE), com transmissão simultânea através do Google Meet.

Os servidores, no momento da inscrição, podem escolher em qual modalidade acompanhar as aulas: online ou presencial. São 300 vagas na primeira e 150 na segunda. Os encontros vão das 14h30 às 17h.

O objetivo das aulas é munir os servidores com informações relacionados aos tópicos legais da previdência. Em se tratando de um processo de transição – de uma vida agitada de trabalho para um cenário mais calmo e tranquilo -, o processo de aposentadoria deve ser guiado de maneira a não deixar o servidor apreensivo. Sobretudo, em aspectos financeiros.

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O conteúdo programático apresenta os aspectos legais relacionados a legislação aplicável à pensão por morte dos militares, Sistema de Proteção Social dos Militares; investimentos e finanças pessoais; concessão de benefícios, avaliação pericial e incapacidades. Os facilitadores são servidores da área militar, segurança-pública, saúde e desenvolvimento econômico social do MTPrev.

Aos interessados, as inscrições podem ser realizadas por aqui, até o dia 15 de setembro.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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